terça-feira, 8 de julho de 2008

Perpectiva de Crescimento.


PERSPECTIVA DE CRESCIMENTO
Por. Daiane Biasihoff

O estudo das migrações no Seridó Potiguar, no interstício 1940/2000, permite evidenciar a influência desse fenômeno no crescimento urbano regional. Este processo foi uma série de mudanças estruturais que se referem as relações no mundo do trabalho e a esfera dos signos que a cidade comporta, descortinando-se como espaço de promissão do saber, do trabalho e do lazer. Os impactos do movimento migratório sobre o crescimento urbano tiveram repercussões multidimensionais através da expansão dos sítios urbanos consideráveis aumento da população, gerando uma pressão sobre o poder público a oferta de serviços e de empregos; a emergência de uma nova paisagem na qual o mercado informal ganha visibilidade através das barracas de camelôs. Com base nestes aportes a Região do Seridó Potiguar foi analisado entre migração e crescimento urbano, uma abordagem apresenta-se assim estruturada: localização e caracterização regional; processo de ocupação do espaço seridoense, evolução demográfica da Região do Seridó, a crise do algodão e suas implicações, a cidade e as novas paisagens e territorialidades e o viver urbano exercitando a cidadania.

O conhecimento do tamanho e da composição da população, por idade e sexo, constitui instrumento fundamental, tanto na administração pública quanto privada. Com essa informação, é possível uma previsão de necessidades básicas, como saúde, habitação, educação, previdência, emprego, transporte, entre outros. São informações, que auxiliam nas estratégias de decisão e nos estudos de caráter científico.
A construção de cenários demográficos torna-se relevante e primordial para a orientação de políticas públicas. Esses cenários representam simulações das tendências baseadas na análise de tendências históricas, no diagnóstico das realidades regional e estadual, e na construção de hipóteses de comportamento futuro.
A Fundação Seade, órgão vinculado à Secretaria de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo, tem uma de função de fornecer, informações do movimento anual da população, como as estatísticas vitais do Registro Civil e as projeções de população.
A elaboração e o aprimoramento de metodologias para projetar a população, representam uma das atividades mais importantes nos estudos de abordagem demográfica desenvolvidos na Fundação Seade.
Seu procedimento para projetar a população paulista, é o método dos componentes demográficos, que foi aplicado pela primeira vez em 1970 e tem sido renovado com os sucessivos Censos de 1980 e 1991, e agora com o Censo de 2000.
Procurando aumentar a precisão das projeções para áreas menores, como os municípios foram desenvolvidos, procedimentos para adaptar o método dos componentes demográficos no campo municipal e técnicas para projetar cada componente demográfico.
O estudo demográfico para o total da população paulista, foi desenvolvido no Projeto "Projeção da População e dos Domicílios para os Municípios do Estado de São Paulo, até 2025". Seu objetivo foi subsidiar essa companhia na aplicação de seus serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário. O intercâmbio entre a Sabesp e o Seade, foi intensificado no projeto realizado em 2002/2003. TENDÊNCIAS E

PERSPECTIVAS DA FECUNDIDADE
A disponibilidade de dados de nascimentos produzidos pela Fundação Seade, tem permitido obter estimativas confiáveis para Estado de São Paulo e suas regiões desde os anos 60. Em São Paulo, o uso das estatísticas do Registro Civil na década de 90, da Declaração de Nascidos Vivos, apresenta grande vantagem. Com os primeiros bancos de dados, a fecundidade é calculada direta e anualmente, ao contrário dos censos, cujas estimativas são para intervalos de dez anos. A partir da década de 90, a PNAD tem permitido estimar a fecundidade anualmente. A importância do Censo Demográfico e da PNAD é, imensurável em muitas regiões brasileiras, nas quais é a única fonte confiável para estimar a fecundidade. São as que permitem revelar o comportamento reprodutivo das mulheres como instrução, raça/cor ou renda, que denunciam as diferenças da população de acordo com os grupos sociais.
TENDÊNCIAS E PERSPECTIVAS DA MORTALIDADE
É conhecido o impacto positivo sobre as condições de saúde, durante as décadas de 40 e 50, pela introdução dos antibióticos e conseqüente redução da incidência e letalidade. A população infantil, que representa o setor populacional mais sensível às agressões do meio ambiente, foi beneficiada pela diminuição rápida dos riscos de morte por doenças infecciosas. Dessa forma, as mortes precoces foram reduzidas com reflexos diretos sobre a vida média da população. Durante a década de 60 e a primeira metade dos anos 70, os fatores desse processo já não produziam os mesmos efeitos. Foi alcançada uma redução da incidência das doenças infecciosas, de forma que os ganhos, a partir daí, passaram a ser menores. O rápido crescimento populacional das cidades não foi acompanhado pela expansão da infra-estrutura urbana de serviços básicos, acarretando um rápido processo de deterioração da qualidade de vida nos setores periféricos das grandes cidades e aumentando os diferenciais de mortalidade entre o centro e a periferia urbana. Como reflexo desses fatores a mortalidade infantil inverteu a tendência e passou a apresentar aumentos desde a década de 60 até a primeira metade dos anos 70. Ainda na década de 70, as intervenções governamentais na área da saúde. Trouxeram ganhos visíveis com os indicadores de saúde. Este novo comportamento interferiu na diminuição das taxas de mortalidade infanto-juvenil e adulta e no aumento da esperança de vida estimada para 1980.

Artigo - Ciêntifíco e estatístico.
Apresentado pela tecnólogo - Daine Biasihoff


Um comentário:

mulher virtuósa disse...

OLA PASTOR A GRAÇA E PAZ, EU AINDA NÃO TINHA TIDO TEMPO DE ENTRAR EM SEU BLOG .É UMA BENÇÃO, Q DEUS POSSA CONTINUAR USANDO VC ASSIM, LEVANDO A PALAVRA A TODOS, MUITO LINDO MESMO SEU TRABALHO, MEUS PARABENS. ....A PAZ....